(Correio Braziliense) – Em 2020, o ano para sempre marcado pela pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas optaram por colocar planos em pausa e adiar objetivos – alguns brincavam que vão “pular” o ano e fingir que ee nunca aconteceu. Mas enquanto empreendimentos, estudos e viagens podem ser adiados, a necessidade básica de sobrevivência não pode esperar. Pessoas em situação de rua, trabalhadores informais, famílias carentes, crianças, jovens e idosos que vivem em abrigos ficaram desassistidos no momento em que a maior parte da população se isolava em seus lares.
Cientes das necessidades dessas pessoas e impedidos de continuar com trabalhos sociais coordenados por instituições religiosas e ONGs, pausados para evitar aglomerações e riscos de contaminação, moradores de Brasília tomaram à frente de iniciativas particulares ou adaptaram antigos trabalhos para ajudar a quem precisa.
Assim como as necessidades, o auxílio também cresceu em 2020. Segundo dados do Nubank, este ano houve um aumento de 295% no número de pessoas que fizeram doações ou alguma outra forma de filantropia. Foram levantados mais de R$ 64,6 milhões em relação às cifras do ano passado.