Governo estuda mudar regras para financiar folha salarial

Considerada uma das principais medidas para combater os efeitos econômicos da pandemia, a linha de crédito para pagamento de salários emprestou até agora apenas R$ 1,5 bilhão de um total de R$ 40 bilhões disponíveis.

Para incentivar as empresas a tomarem esses empréstimos e, com isso, assegurar o pagamento de salários ao maior número possível de trabalhadores, o governo federal estuda reduzir as exigências de manutenção dos empregos.

Hoje, o recurso emprestado precisa corresponder à totalidade da folha de pessoal do contratante durante dois meses. Em contrapartida, o empregador compromete-se a manter, pelo mesmo período de dois meses, todos os empregados contratados.

“As empresas estão inseguras se precisarão ou não colocar o trabalhador para fora”, explica Mansueto Almeida, secretario do Tesouro Nacional. Por isso está sobrando recurso.

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