Pandemia obriga migração para comércio virtual. Veja prós e contras

(Folha SP) – As palavras ecommerce e marktplace entraram para o vocabulário de muitos empresários, pressionados pela necessidade de criar canais de vendas online em meio à pandemia.

Há duas formas principais de vender pela internet: ter uma loja virtual própria ou participar de um marketplace. A escolha deve levar em conta o perfil do negócio, os recursos e os objetivos da operação.

O ecommerce é como uma loja de rua, já o marketplace se assemelha a um shopping. No primeiro caso, o empresário tem controle sobre a plataforma e é responsável por toda a operação, desde a divulgação até a  entrega do produto.

Já quem participa de um marketplace – como os sites Amazon, MagaLu, iFood, Mercado Livre etc -, precisa seguir as regras da plataforma e pagar um comissionamento em cima das vendas, além de enfrentar a concorrência com outros vendedores. Por outro lado, se beneficia do volume grande de visitantes dos sites e opera dentro de uma estrutura, contando com serviços de logística e segurança.

Para quem tem uma marca conhecida, pretende atender um mercado local, trabalha com baixo volume de produtos e uma margem alta de lucro, montar uma loja virtual é uma boa opção, diz César Rissete, gerente de competitividade do Sebrae.

Quem está começando, mas quer construir uma marca forte no futuro, também deve trabalhar com loja própria, recomenda Renata Carvalho, coordenadora do Ciclo MPE da Câmara de Comércio Eletrônico.

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