Varejistas de moda apostam em roupas para ficar em casa

 

(6 Minutos) – A quarentena imposta pela pandemia do coronavírus alterou muitos dos nossos hábitos de consumo. A mudança do estilo de vida e o próprio receio do futuro tornou grande parte dos brasileiros mais austeros. Em outras palavras: está todo mundo apertando os cintos.

Para o azar das varejistas de vestuário e calçados, ninguém precisa comprar cintos novos para apertá-los na crise. Prejudicadas pelo fechamento de lojas físicas, as empresas de moda estão, ainda, diante do desafio de ter que encontrar estratégias para vender itens considerados supérfluos.

O pijama virou moda?

Já que sair de casa não tem sido um hábito diário para parte dos brasileiros, a moda agora é tentar vestir quem está em quarentena. Marcas como Renner e Hering criaram em seus sites categorias especiais de roupas confortáveis — e aqui não estamos falando só do bom e velho pijama.

São moletons, camisetas de algodão e outras peças básicas que trazem o conforto que a rotina em casa exige. “Tem gente que tinha hábitos tão externos, que só agora percebeu que não tem tantas roupas para ficar em casa”, diz Lilyan Berlim, da ESPM. Ela lembra que o pijama não conta para essa função, porque o home office requer, muitas vezes, reuniões em vídeo — e aparecer com o look de dormir não é nada profissional.

 

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